Baile Afro celebra as Mestras da Cultura Popular e o Coco de Roda da Paraíba (28/03/25)

Nesta sexta, 28, o Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, localizado no coração do Centro Histórico de João Pessoa, vai realizar a primeira edição de 2025 do tradicional Baile Afro, reunindo shows e diálogos sobre cultura popular e homenagens às Mestras do Coco de Roda da Paraíba.

O evento é gratuito e vai celebrar a potência e a força das mestras da cultura popular, que são referências vivas do coco e do empoderamento das mulheres pretas através da arte e da cultura.

Roda de Conversa
Para celebrar o mês da mulher, o Baile Afro 2025 abrirá com uma roda de conversa com importantes figuras da cultura popular paraibana: Vó Mera, Ana Rodrigues e Cida de Caiana.

Juntas, essas mestras da cultura vão compartilhar suas experiências, desafios e lutas para preservar e transmitir as tradições do coco de roda, que são fundamentais para manter viva a identidade cultural da Paraíba. A roda de conversa terá a abertura do grupo Aja Mulher e mediação da atriz Norma Goes.

Coco de Roda no palco
O Baile Afro ainda vai contar com shows do Grupo Raízes e Coco de Guiné, que prometem agitar a noite com os ritmos que celebram as raízes da música afro-brasileira.

Toda a programação tem início a partir das 19h30, no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, localizado na Rua da Areia, 155, no Varadouro.

O multiartista Elioenai Gomes reforçou a proposta da programação, em valorizar a diversidade e a força das mulheres nas tradições culturais. “Nosso propósito, há 19 anos, é promover a diversidade cultural, fortalecer a economia criativa e mostrar o quanto a Paraíba é rica em suas tradições afro brasileira”, comentou.

Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura
O Baile Afro é uma das ações promovidas pelo Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes em 2025 com recursos do Edital de Chamamento Público nº 60.011/2024 da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022), por meio do Ministério da Cultura/Governo Federal e do Fundo Municipal de Cultura/Fundação Cultural de João Pessoa/Prefeitura Municipal de João Pessoa e com a produção executiva da associação Maracá Cidadania.

Ateliê Multicultural Elioenai Gomes
Com 19 anos de história, o Ateliê Multicultural Elioenai Gomes é uma referência em diversidade cultural, inclusão social e letramento racial em João Pessoa. Localizado no Centro Histórico, o espaço é um verdadeiro ponto de encontro para diversas manifestações artísticas, como música, artes visuais, artes cênicas, literatura, e muito mais. O Ateliê tem se destacado pela originalidade das expressões culturais afro indígena e seu impacto no fortalecimento do letramento racial com ações formativas.

Ao longo dos anos, o Ateliê Multicultural recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Economia Criativa da Secretaria Nacional de Economia Criativa, a Comenda Cultural Ariano Suassuna e o título de Empreendimento de Sucesso pelo SEBRAE/PB. Em 2020, Em 2020, o Ateliê Multicultural Elioenai Gomes foi certificado como Ponto de Cultura, formalizando sua integração à Política Nacional Cultura Viva, instituída pela Lei nº 13.018/2014. O reconhecimento como Ponto de Cultura “valoriza as expressões, a formação e o fazer cultural desenvolvidos na comunidade, a articulação na rede Cultura Viva e as contribuições para o acesso, a proteção e a promoção dos direitos culturais no Brasil” (fonte: página do Ponto de Cultura na plataforma da Rede Cultura Viva: https://culturaviva.cultura.gov.br/agente/9096/#info).

EQUIPE
Realização: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes
Produção Executiva: Maracá Cidadania
Assessoria Contábil: HE Cultural
Produção Cultural: Elioenai Gomes
Assistência de Produção: Ednalva Alves, Josy Santos e Solnaya Nunes
Assessoria de Comunicação: Lide Comunicação
Designer Gráfico: Silvio Sá
Intérprete de Libras: Tço Artista
Fotografia: Natália Di Lorenzo

>>>

SERVIÇO
Baile Afro
Quando: Sexta-feira, 28 de março às 19h30
Local: Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes – Rua da Areia, 155, Varadouro
Entrada: Gratuita
Atrações: Grupo Raízes, Coco de Guiné e Roda de Conversa com Vó Mera, Ana Rodrigues e Cida de Caiana

Acolhimento Afetivo no Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes (março/2025)

O Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes vai promover o Acolhimento Afetivo, uma ação formativa de letramento racial que ocorrerá nesta quinta e sexta-feira, dias 27 e 28 de março. 

Este evento especial utiliza a arte como uma poderosa ferramenta educativa, promovendo a sensibilização e a imersão de estudantes e educadores na rica cultura e identidade afro-indígena paraibana.

Destinado a alunos de 8 a 12 anos da Escola Flor de Mandacaru, que se inspira na pedagogia Waldorf e está localizada em João Pessoa, no bairro de Jaguaribe, o Acolhimento Afetivo contará com uma programação diversificada. As atividades incluem contação de história e duas oficinas: uma de artes visuais e outra de capoeira.

Contação de História: Baobá – A Árvore da Vida
A atriz Fernanda Ferreira, através da oralidade, ludicidade, corporalidade e ancestralidade, apresentará o conto “Baobá – A Árvore da Vida”. Esta narrativa mítica africana aborda temas como respeito, memória e identidade, ressaltando a importância da presença cultural de matriz africana na formação da nossa identidade brasileira. O baobá, uma árvore sagrada nativa do continente africano, simboliza a vida e a conexão com nossas raízes.

Oficina “Brincando Capoeira”
Com a mediação dos arte educadores Mariana Sanfer e Djavan Cayman, a oficina “Brincando Capoeira” visa incentivar a diversão e o aprendizado por meio da arte do movimento, da musicalidade e da natureza. Focada na valorização do “ser criança”, essa vivência é desenvolvida com base em fundamentos pedagógicos ancestrais, promovendo a ludicidade e a corporeidade, além de celebrar as identidades culturais originárias, tanto indígenas quanto afro-brasileiras.

Oficina de Artes Visuais
Elioenai Gomes, multiartista negro e gestor cultural, conduzirá uma oficina de artes visuais, onde os estudantes participarão de um processo criativo utilizando técnicas mistas na construção de telas. Os temas abordados incluem ancestralidade, memória e identidade afro-indígena, promovendo uma troca livre e expressiva das experiências vividas nas atividades de contação de histórias e capoeira.

Bailinho Afro
Para encerrar o Acolhimento Afetivo, teremos o Bailinho Afro, que acontecerá na sexta-feira, 28, das 14h às 17h. Este evento representa a culminância das atividades e será uma grande Kizomba para celebrar a memória ancestral e a identidade infanto-juvenil afro-brasileira, além dos povos originários. 

O Bailinho contará com a exposição artística das crianças da Escola Flor de Mandacaru, resultado da oficina de artes visuais, e reunirá educadores, alunos, familiares e amigos em uma celebração vibrante.

Estas ações do Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes em 2025 contam com recursos do Edital de Chamamento Público nº 60.011/2024 da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022), por meio do Ministério da Cultura/Governo Federal e do Fundo Municipal de Cultura/Fundação Cultural de João Pessoa/Prefeitura Municipal de João Pessoa e com a produção executiva da associação Maracá Cidadania.

Em 2020, o Ateliê Multicultural Elioenai Gomes foi certificado como Ponto de Cultura, formalizando sua integração à Política Nacional Cultura Viva, instituída pela Lei nº 13.018/2014. O reconhecimento como Ponto de Cultura “valoriza as expressões, a formação e o fazer cultural desenvolvidos na comunidade, a articulação na rede Cultura Viva e as contribuições para o acesso, a proteção e a promoção dos direitos culturais no Brasil” (fonte: página do Ponto de Cultura na plataforma da Rede Cultura Viva: https://culturaviva.cultura.gov.br/agente/9096/#info).

EQUIPE
Realização: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes
Produção Executiva: Maracá Cidadania
Assessoria Contábil: HE Cultural
Produção Cultural: Elioenai Gomes
Assistência de Produção: Ednalva Alves, Josy Santos e Solnaya Nunes
Assessoria de Comunicação: Lide Comunicação
Designer Gráfico: Silvio Sá
Intérprete de Libras: Tço Artista
Fotografia: Natália Di Lorenzo

CORTEJO DE OXALÁ: Bloco celebra a Cultura de Paz com desfile no dia 23/02

“Vista-se de branco,
traga seu instrumento
e venha celebrar uma cultura de paz
no Centro Histórico de nossa cidade Parahyba”.

Esta é a proposta do bloco Cortejo de Oxalá, uma realização do Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, que ganha as ruas do Centro Histórico no domingo, dia 23 de fevereiro. Neste ano, o bloco integra a programação do Folia de Rua e promete um desfile de celebração da cultura de paz e valorização da cultura afro-brasileira na Paraíba.

Com saída marcada para as 19h, o cortejo vai homenagear a atriz e cantante Norma Goes, que tem uma trajetória de realizações e conquistas no campo do audiovisual. A concentração começa a partir das 15h, na sede oficial do Ateliê Multicultural, localizada na Rua da Areia, 155, no Varadouro. 

O Cortejo de Oxalá vai contar com três atrações culturais que vão apresentar para o público a potência das raízes culturais afro e indígenas, sendo elas o grupo de cultura popular Tambores da Lua; o Grupo Raízes e o grupo de percussão, dança e música afro, Ekun Dayo, que é formado por mulheres.

Oficinas e Ensaio Aberto

O Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes vai movimentar o Centro Histórico de João Pessoa com o ensaio aberto para o Cortejo de Oxalá no próximo domingo, 16/02. 

A programação começa a partir das 14h com duas oficinas gratuitas de promoção da cultura afro. A professora Luciana Peixoto vai ministrar a Oficina de Dança Afro e a Oficina de Percussão vai contar com os facilitadores Lucivan Laranjeiras (atabaque) e Lúcio Luz (agogô e alfaia). As inscrições são limitadas e podem ser feitas pelo link https://forms.gle/zrC9AwpWKBvv7VSg9.

A atividade se encerra com o ensaio aberto, com a apresentação do Grupo Raízes, a partir das 16h. 

Estas ações do Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes em 2025 contam com recursos do Edital de Chamamento Público nº 60.011/2024 da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022), por meio do Ministério da Cultura/Governo Federal e do Fundo Municipal de Cultura/Fundação Cultural de João Pessoa/Prefeitura Municipal de João Pessoa e com a produção executiva da associação Maracá Cidadania.

EQUIPE
Realização: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes
Produção Executiva: Maracá Cidadania
Assessoria Contábil: HE Cultural
Produção Cultural: Elioenai Gomes
Assessoria de Comunicação: Lide Comunicação
Designer Gráfico: Silvio Sá
Intérprete de Libras: Tço Artista
Fotografia: Natália Di Lorenzo

>>>

SERVIÇO

Cortejo de Oxalá
Quando: 23 de fevereiro, às 15h
Local: Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes – Rua da Areia, 155, Varadouro

Oficinas e Ensaio Aberto 
Quando: 16 de fevereiro, oficinas a partir das 14h e ensaio aberto às 16h
Local: Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes – Rua da Areia, 155, Varadouro
Inscrições pelo link https://forms.gle/zrC9AwpWKBvv7VSg9

BAILE DE MÁSCARAS: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes inicia eventos pré-carnavalescos nesta sexta-feira (07/02)

BAILE DE MÁSCARAS: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes inicia eventos pré-carnavalescos nesta sexta-feira (07/02)

A ação integra a programação anual gratuita oferecida pelo Ponto de Cultura

O Ateliê Multicultural Elioenai Gomes promove nesta sexta, 7, a partir das 19h, o Baile de Máscaras, um evento gratuito e que dá início às ações pré-carnavalescas do Ateliê, localizado no Centro Histórico de João Pessoa. Três atrações estão confirmadas: a cantora Helô Uehara, o Grupo Raízes e a Orquestra Alegria do Frevo.

Esta iniciativa marca a retomada do evento, que teve sua última edição realizada em 2018, e abre a programação anual do Ponto de Cultura, que neste primeiro semestre vai promover de fevereiro a maio uma série de atividades gratuitas, direcionadas para a formação e educação cultural, além de mostras e eventos artístico-culturais. O Baile de Máscara contará com interprete de libras e acesso para cadeirantes

As ações do Ponto de Cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes estão sendo desenvolvidas em 2025 com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022), através do Fundo Municipal de Cultura, por meio da Fundação Cultural de João Pessoa, Ministério da Cultura/Governo Federal e com a produção da associação Maracá Cidadania.[1] 

O Baile de Máscaras é uma prévia do Cortejo de Oxalá, bloco associado ao Folia de Rua. O cortejo acontece no próximo dia 23 de fevereiro, com concentração no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, localizado na Rua da Areia, n°155, Varadouro, no Centro Histórico da capital paraibana.

O Cortejo de Oxalá é uma manifestação da cultura de paz e de combate à intolerância, além de celebrar a identidade afro na Paraíba.  O bloco também celebra a trajetória de artistas negras e negros e, em 2025, vai homenagear a atriz e cantante Norma Góes, destaque no audiovisual paraibano.

Oficinas preparatórias

Antes da realização do Baile de Máscaras, o Ateliê Multicultural Elioenai Gomes vai oferecer gratuitamente duas oficinas criativas, no dia 6 de fevereiro, na sede do Ateliê. As atividades têm vagas limitadas (inscrições encerradas).

A Oficina de Cenografia em Papel será ministrada por Elioenai Gomes, a partir das 10h, e se estende durante a tarde. Já a Oficina de Confecção de Máscaras acontece no turno da tarde, com início às 13h e facilitação de Antônio Vinagre e de Leonora Araújo.

Transformando vidas

O Ateliê Multicultural Elioenai Gomes está há 19 anos no Centro Histórico de João Pessoa, desenvolvendo um trabalho que transforma vidas por meio da arte, cumprindo um papel de relevância na promoção da diversidade cultural e inclusão social.

Referência de multiculturalidade na capital paraibana, o Ateliê Multicultural integra as mais diversas formas de expressão artística – como música, artes visuais, artes cênicas, literatura, entre outras – com o objetivo de promover a diversidade cultural, garantindo a originalidade das expressões culturais locais e fomentando seu potencial de crescimento. Algumas de suas produções artísticas, como o Baile Afro e o Cortejo de Oxalá, valorizam a cultura afro-brasileira e fortalecem a economia criativa local.

Em 2012, o Ateliê Multicultural foi reconhecido com o Prêmio Brasil Criativo da Secretaria Nacional de Economia Criativa do Ministério da Cultura, com a Comenda Cultural Ariano Suassuna concedida pela Câmara Municipal de João Pessoa e também como caso de sucesso pelo SEBRAE/PB. 

Em 2020, o Ateliê Multicultural Elioenai Gomes foi certificado como Ponto de Cultura, formalizando sua integração à Política Nacional Cultura Viva, instituída pela Lei nº 13.018/2014. O reconhecimento como Ponto de Cultura “valoriza as expressões, a formação e o fazer cultural desenvolvidos na comunidade, a articulação na rede Cultura Viva e as contribuições para o acesso, a proteção e a promoção dos direitos culturais no Brasil” (fonte: página do Ponto de Cultura na plataforma da Rede Cultura Viva: https://culturaviva.cultura.gov.br/agente/9096/#info).

EQUIPE
Realização: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes
Produção Executiva: Maracá Cidadania
Assessoria Contábil: HE Cultural
Produção Cultural: Elioenai Gomes
Assessoria de Comunicação: Lide Comunicação
Designer Gráfico: Silvio Sá
Intérprete de Libras: Tço Artista
Fotografia: Rafael Passos

>>>

SERVIÇO

OFICINAS CRIATIVAS (Cenografia em Papel e Confecção de Máscaras)
Quando: Quinta-feira, 6 de fevereiro
Cenografia em papel – A partir das 10h, com Nai Gomes
Confecção das máscaras – Às 13h, com Antônio Vinagre e Leonora Araújo
Local: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes – Rua da Areia, 155, Varadouro
Inscrições gratuitas e limitadas: (inscrições encerradas).

BAILE DE MÁSCARAS 
Quando: sexta-feira, 7 de fevereiro, às 19h
Local: Ateliê Multicultural Elioenai Gomes – Rua da Areia, 155, Varadouro
Entrada: Gratuita

Acervo Gustavo Moura

“A
fotografia
fia
com
a
luz
o
tempo”
(Gustavo Moura)

projeto Acervo Gustavo Moura se propõe a organizar o arquivo do fotógrafo paraibano Gustavo Moura a fim de implantar acervo digital com acesso público na rede mundial de computadores (objetivo geral).

Em seus objetivos específicos, o projeto planeja (i) fazer o arranjo do fundo arquivístico Gustavo Moura para fins de preservação e difusão do acervo fotográfico, (ii) organizar instrumentos de busca e recuperação da informação: catálogo, inventário e sumário, (iii) viabilizar infraestrutura física e virtual adequada para guarda e conservação do acervo fotográfico, (iv) implementar plataforma digital (acervo digital) na rede mundial de computadores para guarda e difusão do acervo fotográfico e (v) difundir o acervo fotográfico digital por meio da realização de 02 (dois) eventos no ponto de cultura Ateliê Multicultural Elioenai Gomes e no Ponto de Cultura Comunitário do Porto do Capim, situados no Centro Histórico do município de João Pessoa/PB, assim como em parceria com os Cursos de Arquivologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ambos no campus de João Pessoa/PB, e dos Programas de Pós-Graduação em Ciências da Informação (PPGCI/UFPB) e em Gestão de Documentos e Governança Arquivística (PPGDARQ/UEPB/UFPB).

Página oficial do fotógrafo: https://fgmoura.com/

Página no Mapa da Cultura (SNIIC): https://mapas.cultura.gov.br/agente/261192/

>>>

REGISTROS DE AULA NO LABORATÓRIO DE PRÁTICA ARQUIVÍSTICA DA UFPB COM O PROFESSOR VALDIR DE LIMA SILVA EM 26/07/2024

Circos Populares | por Gustavo Moura

Boqueirão/PB, Cariri. Foto: Gustavo Moura.

“Eu tinha dois encantos na infância.
Um era a leitura;
o outro era o circo.
Quando diziam ‘chegou o circo’,
o mundo já ficava melhor.”

(Ariano Suassuna)

projeto Circos Populares propõe a publicação de um fotolivro sobre o universo dos circos populares itinerantes com atuação na Paraíba – manifestação declarada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado, de acordo com a Lei Estadual nº 11.639/2020 – com fotografias de Gustavo Moura e textos de Bráulio Tavares e Carlos Newton Júnior, acompanhada da realização de uma exposição de artes visuais itinerante em 3 (três) capitais brasileiras para o lançamento do fotolivro (objetivo geral).

O projeto traz para a superfície a difícil realidade de Circos Populares atuantes na Paraíba, que se mantêm ativos movidos por paixão e resistência. A documentação desses circos, que circulam e se instalam em sítios, zonas rurais e beiras de estrada do estado, gerou um registro fotográfico de grande valor histórico e antropológico. Circos populares como Circo Fantasia, Circo do Pestana, Circo Sucatinha, Circo Xereta, Circo Olodum, entre outros, já foram fotografados em várias regiões do estado, como Litoral, Agreste, Brejo, Cariri, Várzea e Seridó.

>>>

PRONAC: 423934
https://versalic.cultura.gov.br/#/propostas/423934

Parahyba Rio Celeste | por Gustavo Moura

“Nem a distança das mia,
nem a grandeza do mar;
me faz isquece um só dia
da minha terra natá!”
(Zé da Luz)

“Parahyba Rio Celeste” é um livre ensaio fotográfico sobre as águas do Parahyba, que vem sendo realizado há mais de trinta anos pelo fotógrafo paraibano Gustavo Moura, em fotografia analógica, preto e branco, 35mm, com foco na paisagem humana, geográfica e cultural dos municípios situados no curso do rio que dá nome ao estado da Paraíba.

O projeto “Parahyba, rio celeste” propõe (objetivo geral) (i) a publicação de um fotolivro sobre o universo ambiental e cultural do Rio Parahyba e dos municípios situados ao longo de seu curso, com fotografias de autoria de Gustavo Moura feitas nos últimos 30 (trinta) anos e textos de Bráulio Tavares, do editor Linaldo Guedes e do curador Paulo Rossi, junto (ii) à realização de uma exposição de artes visuais itinerante com o lançamento do fotolivro nos municípios paraibanos de Cajazeiras, Campina Grande e João Pessoa, finalizando em São Paulo/SP, na única galeria do Brasil dedicada à fotografia analógica, a Imágicas Galeria.

Além disso, o projeto prevê, enquanto contrapartidas sociais, (iii) a disponibilização do fotolivro em formato digital (ebook) na rede mundial de computadores, (iv) a oferta de visitas guiadas nas exposições e (v) de oficinas de formação (gratuitas) no município de João Pessoa/PB e, por fim, (vi) a destinação de 50% (cinquenta por cento) dos exemplares impressos do fotolivro para doação, divulgação, patrocinador(es) e venda com preço popular.

O rio Parahyba, artéria vital que batiza o estado onde vivemos, navega desde a Serra do Jabitacá em Monteiro e se arrasta a desenhar por entre as terras áridas e férteis do Cariri. Contemplando a bela e descuidada paisagem que serpenteia a nossa geografia agreste, onde são formados os açudes de Boqueirão e Acauã, fontes vitais de abastecimento hídrico e desenvolvimento socioeconômico dessas regiões. Segue seu curso alimentado por afluentes, passando pela capital, abraçado pelo rio Sanhauá, seguindo em busca das águas salgadas do litoral norte, entre os municípios de Santa Rita e Cabedelo. Parahyba é um rio que transcorre ao longo do seu percurso sempre dentro do estado que herdou seu nome, assim como a capital do estado, terceira cidade mais antiga do Brasil (fundada em 1585), que também teve os seus dias de Parahyba (1654-1930, período em que chamou-se Parahyba do Norte). Além de ser uma das principais bacias hidrográficas e de margear a malha ferroviária do estado em um trecho importante para o desenvolvimento da Paraíba e de ter em sua foz o importante Porto de Cabedelo ao lado da histórica Fortaleza de Santa Catarina, foi ao longo de sua extensão que ocorreram alguns dos principais ciclos econômicos da região, como o da cana-de-açúcar e da pecuária.

De acordo com o historiador Diego Gomes de Lucena, “O rio Parahyba proporciona em sua foz uma visão de grandeza e distanciamento. O encontro de suas águas com o Atlântico estabelece uma fronteira física que, por muito tempo, representou os limites entre dois povos indígenas. O vasto território Potiguara, por exemplo, tinha seu limite sul às margens do rio. Já os Tabajaras ocupavam uma área menos extensa, espremida entre os Caetés, atual Pernambuco, e o Parahyba. Essa rivalidade histórica entre Potiguaras e Tabajaras teve papel central na ocupação portuguesa da região que viria a se tornar a Província da Parahyba em meados de 1580. […] O rio incorpora múltiplos significados, podendo ser sinônimo de fartura para os Cariris, símbolo da interiorização lusitana para os sertões, fronteira e provento para Potiguaras e Tabajaras ou o espelho da escravidão e resistência para os adrodescentes.”.

Patrimônio natural do estado, o rio Parahyba tem fundamental importância no aspecto ambiental, histórico, hídrico, socioeconômico e cultural. Ao longo do seu curso, desenvolveram-se atividades bastante significativas como o ciclo da cana-de-açúcar e da pecuária, que demarcaram períodos de importante desenvolvimento econômico e cultural do estado. Nas feiras de Monteiro e Itabaiana circulavam grande parte da riqueza produzida na Paraíba, que muitas vezes escoava pelo porto de Cabedelo. Ainda dentro dessas feiras se apreciava os cantadores, sanfoneiros, violeiros e violeiras, a literatura de cordel e o rico artesanato produzido em couro, barro, madeira, fibras, rendas e bordados. Ao longo das cidades ribeirinha que margeiam o Parahyba encontramos ainda ícones da cultura e história paraibana, como Zabé da Loca, o poeta Zé da Luz, Sivuca, a atriz Zezita Matos, o cineasta Vladimir Carvalho, Totonho, o poeta e escritor Hildeberto Barbosa, Flávio José, Pinto de Monteiro, o ator Luiz Carlos Vasconcelos, Assis Chateaubriand, José Lins do Rêgo, entre várias outras referências fundamentais para a Paraíba.

Com base nessa compreensão quanto à relevância histórica, cultural e ambiental do Parahyba, durante a realização deste projeto já foram feitas sucessivas expedições a vários municípios existentes nos arredores do rio, com custos operacionais de compra dos filmes, revelação e digitalização das imagens editadas, realizados com recursos próprios sem nenhum patrocínio ou financiamento. Em cada lugar visitado contou-se com a contribuição de um(a) agente cultural local que, além de guia, também contribuía com informações a respeito da história do lugar.

Além de ser publicado por uma editora paraibana, a equipe de produção do fotolivro “Parahyba, rio celeste” conta em sua grande maioria com trabalhadoras(es) da cultura paraibanos(as) ou residentes no estado, atuantes no município de João Pessoa/PB e em especial no Centro Histórico da capital paraibana.

O fotolivro “Parahyba, rio celeste” traz para a superfície temas como a diversidade cultural e ambiental, sua riqueza natural e o vasto legado arquitetônico e artístico  da região, mas também a escassez hídrica e os tipos de trabalho vistos ao longo do rio, a poluição e o uso de suas águas, entre outras questões, gerando um registro de grande valor antropológico. Nesse sentido, este projeto tem como finalidade mais ampla o reconhecimento e valorização da diversidade cultural da região, a promoção do direito à memória, a universalização do acesso à arte e à cultura, o estímulo à sustentabilidade socioambiental e a valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável, em consonância com os princípios e objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), do Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010), da Política Nacional Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014) e do Sistema Nacional de Cultura (artigo 216-A, da Constituição Federal e Lei nº 14.835/2024).

Em um contexto global atual de ampla discussão sobre questões climáticas e culturais, como a importância dos saberes dos povos e comunidades tradicionais, de rios saudáveis e florestas em pé para o futuro da humanidade, o escritor e liderança indígena Ailton Krenak alerta: “Vamos escutar a voz dos rios, pois eles falam. Sejamos água, em matéria e espírito, em nossa movência e capacidade de mudar de rumo, ou estaremos perdidos”.

>>>

PRONAC: 245042
https://versalic.cultura.gov.br/#/projetos/245042

Mutirão Agroecológico em Jacarapé🌱

MUTIRÃO AGROECOLÓGICO EM JACARAPÉ 🌱

Dias 9 e 10/11 na Terra das Embaúbas, Jacarapé, João Pessoa.

Vem aprender, trocar saberes e fortalecer a agroecologia com atividades como manejo de horta, produção de mudas, cozinha colaborativa, destilação de plantas aromáticas e muito mais!

📅 Início: 09/11 às 8h
📍 Localização: https://maps.app.goo.gl/tH6nDhUJKyzmbnU18

Inscreva-se: https://forms.gle/hCR3yzEcqtaCmat87

Mais informações: Marciele (+55 88 8221-4979) e Rafaela (+55 83 9658-3710).

Pedal Socioambiental em Jacarapé

PEDAL SOCIOAMBIENTAL EM JACARAPÉ

A Rede de Mutirões Agroecológicos realizará uma trilha leve, que pode ser feita por qualquer bicicleta, a maioria do caminho pela mata, finalizando com uma conversa com integrantes da Associação de Sustentabilidade dos Pescadores, Ambientalistas e Moradores da Praia de Jacarapé (ASPAMJA) sobre as questões ambientais observadas durante o trajeto.

A atividade tem o intuito de aumentar o vínculo e cuidado da população com a região, em especial com as unidades de conservação.

O pedal terá duração de 1 hora em ritmo calmo, com meia hora de conversa e lanche no final.

O evento conta com o apoio da associação Maracá Cidadania e do Instituto Eccos.

Gustavo Moura participa de Festival de Fotografia de Tiradentes com imagens de ensaio sobre rio Parahyba

GUSTAVO MOURA PARTICIPA DE FESTIVAL DE FOTOGRAFIA DE TIRADENTES COM IMAGENS DE ENSAIO SOBRE RIO PARAHYBA

Gustavo Moura é fotógrafo paraibano e integrante da associação Maracá Cidadania, com vários projetos em andamento.

Seus registros autorais e documentais do imaginário nordestino compõem o acervo de uma vida dedicada à fotografia.

Há mais de 20 anos percorre e fotografa o rio que dá nome ao estado da Paraíba, documentando o universo ambiental e cultural de seu percurso.

Neste mês, nosso querido Guga participa do Festival de Fotografia de Tiradentes (@fotoempauta), com imagens do ensaio sobre o rio Parahyba.

#rioparahyba
#gustavomoura
#festivaldetiradentes
#maracacidadania